INÍCIO DO RECESSO PARLAMENTAR

Durante o exercício prestes a findar, o Congresso Nacional vivenciou um dos mais movimentados períodos de sua existência, notadamente em função da implantação de um novo Governo Central, confiado a Jair Bolsonaro, ex-deputado federal, que conhece muito bem os meandros congressuais, na diversificação de tendências partidárias e ideológicas, exigindo das lideranças muito engenho e arte para superar controvérsias e assegurar o acolhimento de proposições de vital interesses para o País.

Mauro Benevides, jornalista e senador constituinte

Não há dúvida de que a reformulação previdenciária foi o maior desafio do Executivo, suscitando divergências e reclamando do Ministro da Economia Paulo Guedes e do secretário Especial de Previdência, Rogério Marinho, articulações sequenciadas, para que a tarefa urgente fosse cumprida, embora com algumas concessões que não chegaram a desfigurar o objetivo central, que sempre foi o de tentar o equilíbrio das contas públicas, já que a aludida matéria envolvia recursos de imensa ponderabilidade para o Erário.

Com a solução encontrada para essa delicada proposição, outras de menor impacto começaram a fomentar desentendimentos internos, obrigando o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a interferir, na busca de desfechos compatíveis com a realidade econômico-financeira de nossa Nação.

Os incidentes entre Partidos centralizaram também as atenções da opinião pública, particularmente os desencontros do PSL, compelindo o titular do Planalto a preparar a alternativa de criação do ALIANÇA PELO BRASIL, como forma de compor uma base menos irredenta e apta a conjugar esforços para impulsionar o desenvolvimento nacional, nesta fase inicial da presente gestão.

O próprio Chefe do Executivo interveio para estruturar a nova agremiação, afastando aqueles que obstaculizavam a ação das correntes existentes, numa tentativa de reaglutinação harmoniosa que vitalize a base governista.

Mesmo que o aliança não desponte na próxima refrega, por empecilhos da legislação vigorante, é possível que Bolsonaro consiga garantir Prefeituras em números bem maior, ampliando o leque de seu poderio como nosso Primeiro Magistrado.

No caso em tela, os aliancistas poderão afirmar, convictamente, a validade do adágio que preleciona o “devagar se vai ao longe…”.

contato@frentesparlamentares.com.br | (61) 99618-7463 (Joaquim do N. Gomes/Redator)

Fonte: Assessoria de Imprensa Mauro Benevides

 

 

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